{"id":116028,"date":"2012-02-07T16:32:33","date_gmt":"2012-02-07T16:32:33","guid":{"rendered":"https:\/\/www.mundiplus.web-de-pruebas.com\/templarios-no-caminho-de-santiago\/"},"modified":"2012-02-07T16:32:33","modified_gmt":"2012-02-07T16:32:33","slug":"templarios-no-caminho-de-santiago","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.mundiplus.web-de-pruebas.com\/pt-pt\/blog\/templarios-no-caminho-de-santiago\/","title":{"rendered":"Templ\u00e1rios no Caminho de Santiago"},"content":{"rendered":"<p>Em 1096-1099, desenvolveu-se a I Cruzada, na qual participou, entre outros, Hugo de Payns.<\/p>\n<p>No ano de 1118, o cavaleiro franc\u00eas, chamado Hugo de Payens, e o cavaleiro flamengo Godofredo de Saint-Adhemar, decidiram impulsionar a funda\u00e7\u00e3o de uma ordem mon\u00e1stica, cuja finalidade era a cust\u00f3dia dos Peregrinos e a guarda dos perigosos caminhos que conduziam aos locais de Peregrina\u00e7\u00e3o. Denominaram-na <strong>Ordem dos Pobres Soldados de Cristo<\/strong>.<\/p>\n<h2>ORIGEM DA ORDEM DOS CAVALEIROS TEMPL\u00c1RIOS<\/h2>\n<p>A ordem dos cavaleiros templ\u00e1rios <strong>foi fundada por 9 cavaleiros franceses<\/strong> no in\u00edcio do s\u00e9culo XII. Esta ordem militar e crist\u00e3 da Idade M\u00e9dia tinha a miss\u00e3o de <strong>patrulhar todo o caminho que levava a Jerusal\u00e9m<\/strong>. Dessa forma, protegiam os peregrinos que se dirigiam para l\u00e1 ap\u00f3s a sua conquista.<\/p>\n<p>O poder que essa ordem adquiriu aumentou rapidamente por v\u00e1rias raz\u00f5es. No entanto, o principal fator est\u00e1 relacionado com o facto de <strong>manusearem bem as numera\u00e7\u00f5es ar\u00e1bicas<\/strong>. Enquanto noutros locais da Europa ainda se usavam as romanas.<\/p>\n<p>Esses conhecimentos permitiram-lhes aprender geometria, trigonometria e aritm\u00e9tica para o desenvolvimento de um sistema. Como sabes, este \u00e9 considerado a representa\u00e7\u00e3o da origem do sistema banc\u00e1rio que usamos atualmente. A influ\u00eancia dessa ordem \u00e9 ainda vis\u00edvel nas <strong>igrejas templ\u00e1rias do Caminho Franc\u00eas<\/strong>, que veremos mais adiante.<\/p>\n<h2>COMO ERA UM TEMPL\u00c1RIO<\/h2>\n<p>A humildade e pobreza dos Templ\u00e1rios fica evidente no Selo e S\u00edmbolo usado pelos Templ\u00e1rios: <strong>dois cavaleiros templ\u00e1rios montados sobre uma cavalgadura.<\/strong> O selo representa a recolha e o transporte dos peregrinos que iam para Jerusal\u00e9m.<\/p>\n<p>Os Cavaleiros Templ\u00e1rios renunciavam a todo o tipo de bens pessoais, sendo a Ordem a propriet\u00e1ria de todos os bens.<\/p>\n<p>Os Templ\u00e1rios tinham proibido partilhar o cavalo, e as Regras da Ordem estipulavam que cada Cavaleiro Templ\u00e1rio deveria ter 3 cavalos.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-28817\" src=\"https:\/\/www.mundiplus.web-de-pruebas.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Iglesias_templarias_en_el_Camino_Frances-2-1024x768.jpg\" alt=\"Igreja templ\u00e1ria Caminho Franc\u00eas\" width=\"1024\" height=\"768\" \/><\/p>\n<h2>S\u00cdMBOLOS TEMPL\u00c1RIOS NO CAMINHO DE SANTIAGO<\/h2>\n<p>O Caminho de Santiago era percorrido por milhares de peregrinos todos os anos. Por isso, o clero e os reis decidiram oferecer albergues, hospitais, pontes e prote\u00e7\u00e3o para facilitar o peregrinaje. Da\u00ed surgiu a famosa ordem dos cavaleiros templ\u00e1rios, assim como as <strong>igrejas templ\u00e1rias do Caminho Franc\u00eas<\/strong>.<\/p>\n<p>A sua presen\u00e7a foi cada vez mais forte neste caminho t\u00e3o popular. Chegaram ao ponto de <strong>deixar uma marca em diversas constru\u00e7\u00f5es<\/strong> que ainda existem atualmente. Por exemplo, as <strong>igrejas templ\u00e1rias do Caminho Franc\u00eas<\/strong>.<\/p>\n<p>No <a href=\"https:\/\/www.mundiplus.web-de-pruebas.com\/pt-pt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Caminho de Santiago organizado<\/a> na vertente francesa, as principais capelas e igrejas templ\u00e1rias a visitar pelos peregrinos nas diferentes localidades s\u00e3o:<\/p>\n<h3>EUNATE<\/h3>\n<p><strong>A Ermida de Santa Maria de Eunate<\/strong> \u00e9 provavelmente a ermida templ\u00e1ria mais desconcertante, j\u00e1 que a sua origem gera muitas controv\u00e9rsias.<\/p>\n<p>Encontra-se no local onde se juntam os Caminhos de Somport e o <a href=\"https:\/\/www.mundiplus.web-de-pruebas.com\/pt-pt\/caminos\/a-pie\/camino-frances\/roncesvalles-logrono\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\"><u>Caminho de Santiago desde Roncesvalles<\/u><\/a>. Fica em <strong>campo livre<\/strong>, a exatamente 2 km de Muruz\u00e1bal (Navarra). Na realidade, n\u00e3o existe nenhum documento que a comprove inequivocamente como uma igreja templ\u00e1ria. No entanto, a sua fisionomia revela certas caracter\u00edsticas que podem indicar que alguns cavaleiros templ\u00e1rios participaram na sua constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O conjunto \u00e9 de planta octogonal (t\u00edpica das constru\u00e7\u00f5es templ\u00e1rias). Est\u00e1 rodeado por uma galeria porticada de 33 arcos, com capit\u00e9is decorados. A harmonia da planta octogonal \u00e9 quebrada por um \u00e1bside pentagonal e uma torre de planta quadrada adossada ao lado da Ep\u00edstola. Al\u00e9m disso, acredita-se que tem uma <strong>forma semelhante \u00e0 C\u00fapula da Rocha<\/strong>, que se encontra no templo antigo de Salom\u00e3o. Este lugar foi a primeira sede dos templ\u00e1rios em Jerusal\u00e9m.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"img-rounded aligncenter\" src=\"https:\/\/www.mundiplus.web-de-pruebas.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/iglesia-santamaria-eunate.jpg\" \/><b><\/b><\/p>\n<h3>TORRES DO RIO<\/h3>\n<p>A <strong>Igreja do Santo Sepulcro<\/strong> \u00e9 a culmina\u00e7\u00e3o do oct\u00f3gono perfeito dos templ\u00e1rios no Caminho de Santiago. A Igreja de Santo Sepulcro de Torres do Rio ou de Sansol, tamb\u00e9m assim denominada pelo cerro pr\u00f3ximo com esse nome, segue na sua planta o infrequente padr\u00e3o octogonal j\u00e1 visto em Eunate. Serviu de farol-guia para orientar os peregrinos em tr\u00e2nsito para Santiago de Compostela, tal como a de Eunate.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"img-circle aligncenter\" src=\"https:\/\/www.mundiplus.web-de-pruebas.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Iglesia-Santo-Sepulcro.jpg\" \/><\/p>\n<h3>PONTE LA REINA<\/h3>\n<p><b>Igreja do Crucifixo<\/b>: De estilo tardo-rom\u00e2nico, foi constru\u00edda pelos Templ\u00e1rios no Caminho de Santiago a meio do s\u00e9culo XII, e alberga a Virgem com Crian\u00e7a do s\u00e9culo XII e um Cristo Crucificado, em forma de &#8220;Y&#8221;.<\/p>\n<h3>CASTROJERIZ<\/h3>\n<p><b>Igreja de San Juan<\/b><em><b>:<\/b><\/em> Em pleno Caminho de Santiago, reconstru\u00edda sobre uma base rom\u00e2nica.<\/p>\n<p>Foi um<strong> templo columnar pertencente aos cavaleiros templ\u00e1rios, <\/strong>que mais tarde cederam aos Hospital\u00e1rios, para que desempenhassem o seu trabalho de aux\u00edlio aos Peregrinos<strong>.<\/strong> Isso aconteceu antes de ser entregue a uma congrega\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica pela expuls\u00e3o da ordem do templo.<\/p>\n<p>Nas colunas, precisamente nos seus capit\u00e9is, \u00e9 poss\u00edvel observar cruzetas pateadas com origem templ\u00e1ria.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"img-rounded aligncenter\" src=\"https:\/\/www.mundiplus.web-de-pruebas.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/iglesia-sanjuan.png\" \/><\/p>\n<h3>VILLALCAZAR DE SIRGA<\/h3>\n<p>A comenda fundada pelos templ\u00e1rios em <strong>Villalcazar de Sirga<\/strong> (Pal\u00eancia), durante o s\u00e9culo XII, \u00e9 agora a <strong>Igreja de Santa Maria de la Blanca<\/strong>. Essa comenda serviu como im\u00f3vel, formado pelos templ\u00e1rios com doa\u00e7\u00f5es e a posterior compra de outros terrenos ou im\u00f3veis pr\u00f3ximos.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.mundiplus.web-de-pruebas.com\/pt-pt\/blog\/iglesia-de-santa-maria-la-blanca\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">A Igreja de Santa Maria la Blanca<\/a> que foi um santu\u00e1rio para a devo\u00e7\u00e3o de Maria, M\u00e3e de Jesus Cristo, e teve uma \u00e9poca de grande esplendor entre os s\u00e9culos XIII e XVI, devido \u00e0 prote\u00e7\u00e3o da Coroa de Castela, entre os quais se encontravam os reis Afonso X, o S\u00e1bio, e o seu filho Sancho IV.<\/p>\n<h3>RABANAL DO CAMINHO<\/h3>\n<p><b>Igreja Paroquial<\/b>. Pequena igreja, com restos rom\u00e2nicos, que pertencia \u00e0 Comenda dos Templ\u00e1rios no Caminho de Santiago (Ponferrada).<\/p>\n<h3>PONFERRADA<\/h3>\n<p>Desde 1178, Ponferrada dependia da ordem dos cavaleiros templ\u00e1rios, gra\u00e7as \u00e0 doa\u00e7\u00e3o feita pelos reis leoneses. Ao chegar ao local, <strong>os templ\u00e1rios encontraram uma pequena fortaleza<\/strong> que, no in\u00edcio, servia como uma fortaleza romana.<\/p>\n<p>Desde esse momento, come\u00e7aram a ser feitas v\u00e1rias amplia\u00e7\u00f5es que terminaram no ano de 1282. Essas amplia\u00e7\u00f5es tinham como objetivo transformar o complexo num <strong>local de defesa no Caminho de Santiago<\/strong>.<\/p>\n<p>Portanto, o Castelo de Ponferrada que podemos ver hoje <strong>\u00e9 a soma de v\u00e1rias reformas<\/strong>, que foram feitas ao longo dos s\u00e9culos.<\/p>\n<p>Por tudo isso, representa uma das comendas do Templo mais importantes de Espanha. <a href=\"https:\/\/www.mundiplus.web-de-pruebas.com\/pt-pt\/blog\/castillo-de-ponferrada\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">O Castelo de Ponferrada<\/a> era um local fundamental para os templ\u00e1rios no Caminho de Santiago, mais concretamente no Reino de Le\u00e3o.<\/p>\n<p>Desenvolveram fun\u00e7\u00f5es de prote\u00e7\u00e3o do Caminho de Santiago, passando depois essas fun\u00e7\u00f5es para a Ordem de Santiago e para os Hospital\u00e1rios. A comenda dispunha dos Castelos de: Cornatel, Corull\u00f3n, Sarrac\u00edn (Vega de Valcarce) e, talvez, tamb\u00e9m do Castelo de Balboa. A extin\u00e7\u00e3o da Ordem resultou na mudan\u00e7a de propriet\u00e1rio, passando para as m\u00e3os da fam\u00edlia Osorio e do Conde de Lemos. Ap\u00f3s a revolta Irmandi\u00f1a e as lutas entre o Conde de Lemos e o seu filho, foi reclamado pelos Reis Cat\u00f3licos.<\/p>\n<p>A jurisdi\u00e7\u00e3o da comenda da Ordem do Templo de Ponferrada abrangia quase toda a regi\u00e3o do Bierzo, estendendo-se desde Rabanal de <a href=\"https:\/\/www.mundiplus.web-de-pruebas.com\/pt-pt\/caminos\/a-pie\/camino-frances\/camino-de-santiago-desde-o-cebreiro\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">Caminho desde O Cebreiro<\/a>. Os mosteiros do Bierzo pertenciam ao Cister e o Mosteiro de O Cebreiro ao Cluny.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"img-circle aligncenter\" title=\"templarios-en-el-camino-de-santiago-ponferrada\" src=\"https:\/\/www.mundiplus.web-de-pruebas.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Castillo-Ponferrada.jpg\" alt=\"templarios-en-el-camino-de-santiago-ponferrada\" width=\"800\" height=\"600\" \/><\/p>\n<div class=\"mp-box mp-box--excl\">\n<p><strong>AN\u00c9CDOTA<\/strong>: Nessa fotografia com o &#8220;T&#8221; templ\u00e1rio, conta-se que quando Mark Zuckerberg fez o Caminho de Santiago antes de fundar o Facebook, ele se inspirou para o logotipo dessa rede social.<\/p>\n<\/div>\n<h3>VEGA DE VALCARCE<\/h3>\n<p>O <strong>Castelo Sarrac\u00edn<\/strong>, foi um dos principais locais dos Templ\u00e1rios no Caminho de Santiago, para a defesa dos peregrinos que iam a Santiago.<\/p>\n<p>Isso deve-se ao facto de a sua posi\u00e7\u00e3o ser ideal para defender a grande quantidade de peregrinos que se dirigiam a Santiago.<\/p>\n<p>A zona onde est\u00e1 localizado (Vega de Valcarce, Le\u00e3o) <strong>costumava ser uma \u00e1rea de conflito<\/strong>, porque cobrava-se o direito de passagem. Embora os peregrinos estivessem isentos desse pagamento, alguns tentavam evitar esse ponto usando caminhos alternativos.<\/p>\n<p>Assim, formou-se um caminho paralelo ao caminho original, e este passava junto ao Castelo de Sarrac\u00edn. O objetivo era que os templ\u00e1rios pudessem <strong>defender os peregrinos dos portazgueros<\/strong> que quisessem cobrar-lhes.<\/p>\n<p>Em <strong>Vega de Valcarce<\/strong>, cobrava-se o Portazgo, que era um pagamento por um direito de passagem. Os peregrinos estavam isentos, mas muitas vezes os peregrinos de encomendos, que podiam ser ricos mercadores, eram obrigados a pagar o <strong>Portazgo<\/strong>. Isso originou um caminho hist\u00f3rico que passava ao lado de Sarrac\u00edn <strong>pelo monte da Villela<\/strong> (Villaus do Codex Calixtinus), garantindo assim a prote\u00e7\u00e3o contra os Portazgueros do Castelo de Autares.<\/p>\n<p>Havia outro caminho alternativo, para evitar o Portazgo, que se desviava pelo vale de San Fiz, e continuava at\u00e9 Villasinde (Hospital de Villasinde) e ligava-se \u00e0 Vilela com o caminho hist\u00f3rico. Tamb\u00e9m continuava at\u00e9 Barjas (ver Jogo da Oca), acessando a O Cebreiro. Ap\u00f3s O Cebreiro, e especialmente no <a href=\"https:\/\/www.mundiplus.web-de-pruebas.com\/pt-pt\/caminos\/a-pie\/camino-frances\/camino-de-santiago-desde-sarria\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Caminho de Santiago desde Sarria at\u00e9 Santiago<\/a>, a prote\u00e7\u00e3o dos peregrinos passava para a Ordem de Santiago.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 1096-1099, desenvolveu-se a I Cruzada, na qual participou, entre outros, Hugo de Payns. No ano de 1118, o cavaleiro franc\u00eas, chamado Hugo de Payens, e o cavaleiro flamengo Godofredo de Saint-Adhemar, decidiram impulsionar a funda\u00e7\u00e3o de uma ordem mon\u00e1stica, cuja finalidade era a cust\u00f3dia dos Peregrinos e a guarda dos perigosos caminhos que conduziam [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":116029,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[574,586],"tags":[],"class_list":["post-116028","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-blog-do-caminho","category-historia-pt"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.mundiplus.web-de-pruebas.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/116028","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.mundiplus.web-de-pruebas.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.mundiplus.web-de-pruebas.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.mundiplus.web-de-pruebas.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.mundiplus.web-de-pruebas.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=116028"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.mundiplus.web-de-pruebas.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/116028\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.mundiplus.web-de-pruebas.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/116029"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.mundiplus.web-de-pruebas.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=116028"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.mundiplus.web-de-pruebas.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=116028"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.mundiplus.web-de-pruebas.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=116028"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}